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"O espirito de iniciativa é a raiz de todo crescimento genuíno do indivíduo. E quando presente na vida de muitos, constitui-se na verdadeira fonte de vitalidade e de força de uma nação."

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Lei Agnelo/Piva

Sancionada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso em 16 de julho de 2001, a Lei nº 10.264 - conhecida como Lei Agnelo/Piva por causa do nome de dois de seus autores, o então Senador Pedro Piva (PSDB-SP) e o então Deputado Federal e ex-Ministro do Esporte Agnelo Queiroz (PC do B-DF) - estabelece que 2% da arrecadação bruta de todas as loterias federais do país sejam repassados ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e ao Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). Do total de recursos repassados, 85% são destinados ao COB e 15%, ao CPB.

Do montante destinado ao Comitê Olímpico Brasileiro, 10% devem ser investidos no esporte escolar e 5%, no esporte universitário.

Em agosto de 2001, o COB criou o "Fundo Olímpico", a partir do qual as verbas oriundas da Lei Agnelo/Piva são distribuídas às Confederações Brasileiras Olímpicas conforme rigorosos critérios técnicos. A apresentação relativa aos recursos provenientes da Lei Agnelo/Piva de 2008 foi feita em março de 2009 (veja abaixo a apresentação na íntegra).

Todos os anos o COB apresenta a Demonstração da Aplicação dos Recursos da Lei Agnelo/Piva relativa ao ano anterior.

Em março de 2003, o COB lançou o Boletim Brasil Olímpico, informativo trimestral que informa os principais resultados dos atletas e projetos das Confederações transformados em realidade graças aos recursos da lei.

Para visualizar os arquivos abaixo, você vai precisar do programa gratuito Adobe Acrobat Reader. Se você ainda não tem esse software instalado em seu computador, por favor clique aqui.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Mais política de estado e menos política de governo

Parece que nem todos estão cegos para o que está acontecendo com o esporte amador, acompanhe esta matéria do Jornal O Diário do Amazonas, do dia 18 de abril de 2010, feita pelo jornalista Cleber Oliveira.

Como tornar o País esportivamente competitivo se a base do esporte é sempre excluída? São as escolas e as federações estaduais que trabalham a formação de atletas.


O Brasil é um País virtual. Um imenso Avatar Tropical. Numa comparação mais poética, um País das maravilhas de Alice. Tudo o que parece ser real é ilusão. Mas é justamente essa ilusão que todos vivem como real. Enquanto no filme Avatar os personagens estão sempre acordando do sonho para a realidade, no Brasil as pessoas vivem sonhando acordadas. Ou, em muitos casos, fingindo que estão dormindo. O esporte é um exemplo, bem real, dessa teoria. Ao mesmo tempo em que os governos federal e estadual se regozijam em sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, bo Rio de Janeiro, as políticas públicas idealizadas para tornar o esporte brasileiro competitivo até lá parecem ter saído de um conto de fadas. Ou da cabeça de gnomos mal intencionados.
A Formação de atletas é uma clara demonstração de contrasenso. Até a instituição da Lei nro. 10.264 - conhecida como Lei Agnelo/ Piva - sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 16 de julho de 2001, o esporte olímpico dependia da boa vontade do governo em incluir recursos no roçamento, mesmo sabendo que as Olimpíadas ocorrem de quatro em quatro anos. E o dinheiro sempre foi para as confederações, nunca para as federações estaduais. Como distribuição de recursos públicos não obedece à lei da necessidade, mas da oportunidade de voto, pouquíssimas modalidades recebiam a grana. Nessa condição, o esporte olímpico, cada vez mais depende de planejamento a médio e longo prazos, era refém do interesse político. Desde José Sarney, o esporte nunca foi prioridade em qualquer projeto de governo. Mas sempre foi moeda de troca. Ou seja, dependendo da necessidade dos governos em ter maioria no Congresso - situação decisiva para aprovar os projetos do Executivo - criava-se uma 'Secretaria de Esportes". Nela, abrigava-se um aliado de algum partido de apoio ao governo.
Com a Lei Agnelo/Piva e a Instituição do Ministério do Esporte, o Comitê Olímpico Brasileiro(COB) e o Comitê ParaOlímpico(CPB) passaram a ter direito a 2% da arrecadação bruta de todas as loterias federais do País. Do total de recursos repassados, 85% são destinados ao COB e 15% ao CPB. Do montante destinado ao Comitê Olímpico Brasileiro, 10% devem ser investidos no esporte escolar e 5% no esporte universitário. Em 2008, o COB recebeu quase 92 milhões oriundos da Lei Piva. Segundo o Comitê, desse total, pouco mais de R$ 34 milhões, ou seja 36% foram destinados às confederações olímpicas. As federações não viram a cor do dinheiro. Então como tornar o País esportivamente competitivo se a base do esporte é sempre excluída? São as escolas e as federações que trabalham a formação de atletas. as confederações pegam o sujeito já pronto e apenas aperfeiçoam suas técnicas e desempenho. Se não há financiamento para a base, não há como garantir competidores de alto rendimento no futuro. Mas todos fingem que o esporte no Brasil é uma maravilha. Basta que as seleções de futebol e vôlei, e só elas, conquistem títulos internacionais. As demais modalidades olímpicas e paraolímpicas, como natação, judô, atletismo etc., dependem da abnegação de atletas e dos poucos clubes que levam o esporte a sério.
O COB tenta mudar essa situação. Vai adotar a meritocracia nas confederações para distribuir os recursos públicos. Como as confederações dependem das federações, podemos deduzir que as associações esportivas estaduais também façam por merecer sua parte no dinheiro público. sem essa corrente, não há como termos atletas competitivos em olimpíadas. É PRECISO QUE A VERBA CHEGUE A BASE. A fiscalização também se processa em cadeia, com o COB de olho nas confederações e estas vigiando as federações. É como a mais elementar regra do esporte coletivo. A união faz a força. E essa junção de forças serve também para pressionar OS GOVERNOS A ADOTAREM POLÍTICAS DE ESTADO PARA O ESPORTE. POLÍTICA DE GOVERNO SÓ FUNCIONA EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO, como agora, para quem tem o  de poder negociar a verba. Ou seja, políticos trocando votos por um ajudazinha ao esporte. COMO EM AVATAR ABRAM O OLHO.
Para refletir: SE AS MODALIDADES OLÍMPICAS E PARAOLÍMPICAS ESTÃO NESSA SITUAÇÃO , imaginem as NÃOOLÍMPICAS, acorda BRASIL o teu FUTURO ESTÁ NAS TUAS MÃOS.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Wang Sufen e as poesias clássicas


Wang Sufen e as poesias clássicas
2006-07-24 13:24:17    cri
As poesias clássicas estão entre as preciosidades da tradicional cultura chinesa. Muitas delas foram musicadas para facilitar sua transmissão de geração em geração. No geral, deram origem a músicas suaves e agradáveis. Bem, no programa de hoje, falaremos sobre a cantora Wang Sufen.
Você está curtindo a composição "Despedida de Dong Da", adaptada a partir das poesias do imortal Gao Shi, famoso poeta da dinastia Tang (século VIII). A canção descreve a tristeza do poeta na despedida de seu amigo. A interpretação da cantora é impregnada de forte estilo nacional.
Wang Sufen, 62 anos, é professora do Conservatório da China. Desde pequena, sonhava em se tornar uma excelente cantora. Ela disse:
"Gosto de cantar desde pequena. Acho que herdei a voz de minha mãe. Na escola primária, os professores me colocaram na trilha da interpretação".
Em 1961, Wang Sufen foi admitida pela escola secundária subordinada ao Conservatório da China, onde começou a estudar a música vocal. Em 1964, acabou admitida pela faculdade vocal do Conservatório da China, a fim de se tornar uma soprano. No início da década de 80, Wang começou a lecionar nesta faculdade.
No início de seus estudos, porém, ela foi enviada à Província de Fujian para aprender os segredos da música Nan ? estilo clássico de Quanzhou, no sudeste do país. O estilo é melódico, suave, e agradável, sempre interpretado no dialecto local. Era um grande desafio para Wang. Ela lembrou:
"Em janeiro de 1983, fomos enviados para estudar a música Nan, a encargo de um artista do conjunto da música Nan. A primeira composição que aprendi foi "Olhando a lua cheia", trecho da conhecida ópera "Câmara Oeste", uma história de amor. Além de muitos versos, o tom musical é muito variável. A maior dificuldade, no entanto, é que não compreendíamos o dialeto local".

Depois de muito empenho, Wang conseguiu dominar o dialeto Nan em apenas um mês.
Durante um concerto realizado em 1984 em Quanzhou ? do qual participaram cantores da Malásia, Singapura, Hong Kong e Taiwan, Wang interpretou "Olhando a lua cheia" no dialeto Nan, comovendo todos os espectadores. Através deste concerto, a Wang se deu conta da importância de se divulgar a tradicional cultura nacional e estava decidida a transmitir esta forma artística.
Para interpretar bem as poesias clássicas, Wang se tornou aluna de muitos músicos. Além disso, ela aprendeu a apresentar Quyi (narração folclórica) com Wei Xikui, mestre nesta arte. Mesclando a interpretação da ópera de soprano com a de Quyi e as canções tradicionais, a da cantora de poesias clássicas é muito especial, sendo apreciada tanto por especialistas como por espectadores.
Nos últimos 20 anos, ela apresentou cerca de 200 poesias clássicas. Além disso, realizou três concertos solo, todos calorosamente aplaudidos. Ao mesmo tempo, ela transmite os segredos da interpretação de poesias clássicas aos seus alunos. Na atualidade, os jovens sabem apenas canções contemporâneas. Por isso, a descoberta e a apresentação de poesias clássicas são de suma importância para a preservação da cultura chinesa. Ela afirmou:
"Comecei a dar aulas de interpretação de poesias clássicas no Conservatório da China há sete anos. Gosto muito deste trabalho, pois na qualidade de música, tenho a responsabilidade de herdar e desenvolver a interpretação de poesias clássicas chinesas que integram a tradicional cultura chinesa".
 

sábado, 17 de abril de 2010

Ki ou Chi

Ki, Qi, Chi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Para outros significados de Ki, ver Ki (desambiguação).
Qi (Chi)
Nome chinês
qì
ch'i4
氣
Chinês simplificado
气
Nome japonês
ki
気
Nome coreano
Romanização revisada
Gi
McCune-Reischauer
QI
기
氣
Nome vietnamita
quốc ngữ
Khí
Nome tailandês
Thai
ชี่
Qi, também grafado como ch'i (na romanização Wade-Giles) ou ki (na romanização do japonês), é um conceito fundamental da cultura tradicional chinesa.
O termo Qi pode ser associado de um modo bem amplo ao conceito ocidental de energia: diferentes ideogramas com este mesmo som representam em chinês a energia dos alimentos, do ar e a energia pré-natal.

  1. O conceito de Qi



O significado etimológico do ideograma qi ("氣") na sua forma tradicional mais conhecida é uma imagem do “vapor (气) subindo do arroz (米) enquanto cozinha”. É frequentemente traduzido como "ar" ou "respiração", por exemplo, o termo chinês que significa "respiração" é tiānqì, ou a “respiração do céu”.
Concepções filosóficas do qi são encontradas desde o início da história registrada do pensamento chinês.
Referências ao Qi ou conceitos filosóficos semelhantes relativos a um tipo de energia metafísica que permeia e sustenta os seres vivos são encontradas em vários sistemas de crenças, presentes em culturas de todo o mundo, especialmente na Ásia.




Uma das mais importantes figuras da mitologia chinesa é Huang Di, ou o Imperador Amarelo. Ele é considerado um herói cultural que coletou e formalizou muito do que subseqüentemente se tornou conhecido como medicina tradicional chinesa. A compreensão do conceito de Qi é um fundamento desta forma de medicina tradicional.
Apesar do conceito de qi ser muito importante em diversas filosofias orientais, sua descrição é variada e inclui aspectos conflitantes entre as diferentes versões. Algo natural considerando-se os milhares de anos, os diversos países e grupos sociais que participam da elaboração desta tradição.
Uma questão significativa é a de se o qi existe como uma força separada da matéria, se o qi surge a partir da matéria ou se a matéria surge do qi.
Alguns budistas e taoistas são a favor do terceiro conceito, alguns budistas acreditam que a matéria é uma ilusão.
Os neoconfucionistas assumem outra posição: criticam a noção de que o qi exista separado da matéria, acreditam que o qi emerge das propriedades da mesma.
A maioria das teorias do qi como uma metáfora das propriedades físicas fundamentais do universo foram sistematizadas e promulgadas nos últimos milhares de anos pelos neoconfucionistas e transmitidas com o apoio das dinastias chinesas.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Isto mudou o Brasil!

Em 16 de abril de 1984 aconteceu o último comício das "DIRETAS JÁ" EM São Paulo, no Vale do Anhangabaú, foi a maior manisfetação pública da história do Brasil e reuniu aproximadamente 1.500.000 pessoas. Foi o movimento popular que tomou conta das ruas brasileiras e o apito final para a ditadura militar (1964-1985). Desde de 1983 o deputado Dante de Oliveira do PMDB apresentou ao Congresso Nacional a proposta que foi derrotada de emenda à Constituição com essa finalidade. Em abril de 1984, o PBMD lançou oficialmente a campanha nacional de apoio à emenda, com o slogan pelo qual foi Conhecido "Diretas Já". 
Graça à Deus e aos homens de boa vontade e iluminados deste País, ali começava uma nova época de liberdade, coisa que muitos politicos de hoje independente de partido deveriam refletir sobre o assunto. Agora precisamos de uma nova campanha nacional que é a "Limpeza na Política Já", primeiro para afastar todos os pilantras que estão disfarçados de terno e gravata ocupando cargos públicos roubando a dignidade de um povo, e segundo seria a campanha nacional "Cadeia para todos Colarinho brancos Já", e para ficar melhor tirar tudo que eles roubaram para que seja devolvido aos cofres públicos, somente assim  os politicos sérios teriam verbas para aplicar , na saúde, educação, esporte, lazer, moradia e tanta coisa que se fosse colocar aqui passaria mais 50 anos só enumerando.

terça-feira, 13 de abril de 2010

III Conf-Nacional-Escolha dos Delegados Municipais

Conferência Nacional 1
Veja as fotos


Esta história vai longe, aconteceu no auditório da Vila Olímpica de Manaus,  dia 27/03/10 ás 10hs00, a etapa da III Conferência Nacional Livre promovida pela ADA, com a participação das Federações Amazonenses e de alguns atletas, onde debateu-se propostas para serem encaminhadas para III Conferência Nacional de Esportes.
A principal proposta: 
A mudança da Lei de Incentivo ao Esporte de maneira que contemple a Região Norte. Divisão dos recursos recebidos pelas Confederações com as Federações Estaduais.  
Neste dia foi também, definido um projeto que será encaminhado ao Governo do Amazonas para o Esporte Amazonense, tendo como estratégia a Olímpiada de 2012 e 2016, bem como, sobre eventos de grande e médio porte para a cidade sub-sede da Copa de 2014. Manaus. Esteve presente neste dia o o nosso amigo, administrador do Estádio Vivaldo Lima, Ari que falou a todos os presentes da importância deste evento para o nosso estado.


Conferência Nacional 2
Aconteceu no dia 08 de abril de 2010, no Auditório do Colégio La Salle com início as 14h00 e término as 23h00, a etapa da Conferência Nacional promovida pela Secretária Municipal de Esporte, onde foram eleitos os delegados que representarão a cidade de Manaus na Conferência Estadual que deverá acontecer nos dias 28 e 29 de abril, quando então serão escolhidos definitivamente os representantes do Amazonas na grande Conferência Nacional em junho próximo, a escolha dos representantes manauaras como sempre foi muito concorrida, primeiro foi feito a lista de assinatura dos presentes que tinha em torno de 450 pessoas das mais diferentes representações das classes desportivas, do lazer, da terceira idade, das faculdades, das federações, das confederações, das ligas e etc..tudo aconteceu no ambiente mais democrático possível, onde foram debatidos os (dez) temas abaixo discriminados, no final foram escolhidos 46(quarenta) e seis delegados onde tive a felicidade ser um dos escolhidos.

Os temas debatidos foram:


1. Sistema Nacional de Esportes e Lazer
O projeto de lei do novo Sistema deverá ser elaborado e aprovado, a partir das deliberações da II Conferência, os conceitos das dimensões esportivas definidos, a estrutura e organização, os níveis de atendimento e a natureza dos serviços que assegurem a ampliação do acesso aos bens culturais relativos ao esporte e lazer devem ser materializados. Aqui se propõe caminhos concretos para a estrutura geral do novo Sistema.

2. Formação e valorização profissional
Para a formação no esporte e lazer, deverá ser preservado o caráter multiprofissional e multidisciplinar da área, abrangendo as práticas esportivas, recreativas e de lazer até as de alto rendimento, na busca da garantia da democratização do acesso, da inclusão e desenvolvimento humano. Nessa linha propõe-se que a formação esteja articulada com a valorização profissional para que se assegurem melhores condições para atuação no Sistema.

3. Esporte, Lazer e Educação
A relação intersetorial de políticas de esporte e lazer com a educação, a saúde, a segurança pública é o ponto de partida para legitimar, fortalecer e ampliar o alcance dos programas desenvolvidos pelo Ministério do Esporte, bem como favorecer a inclusão social. Aqui se propõe caminhos para fomentar a educação esportiva dos brasileiros e dinamizar a relação da população com o esporte educacional, recreativo e de lazer.

4. Esporte, Saúde e Qualidade de vida
A democratização do acesso ao esporte e lazer, assim como a prática freqüente de atividades físicas pode contribuir para melhorar a qualidade de vida da população. A partir desse entendimento e de uma visão intersetorial, conclui-se que o esporte e lazer devem ser considerados na perspectiva de uma política pública urbana. Aqui se propõe que os espaços urbanos possibilitem a realização de atividades físicas e de lazer, bem como seu acompanhamento profissional de modo que a saúde e o desenvolvimento social estejam contemplados.

5. Ciência, Tecnologia e Inovação
O desenvolvimento da Ciência e Tecnologia é fundamental para a promoção do esporte e lazer como áreas em constante aprimoramento.
Possibilitar a produção, o registro e a socialização do material de pesquisa esportivo e de lazer garante a autonomia e crescimento do país como potência esportiva. Aqui se propõe caminhos para produzir fundamento teórico para as políticas públicas de esporte e lazer.

6. Esporte de Alto Rendimento
Tornar o Brasil uma potência olímpica e paraolímpica requer o investimento na profissionalização técnica e de governança esportiva, na formação de atletas da base ao alto rendimento e nas condições de desenvolvimento de uma cultura olímpica. Aqui se propõe ações que estruturem de forma alinhada as modalidades esportivas de alto rendimento possibilitando saltos de qualidade e resultados de competitividade de alto nível.

7. Futebol
O futebol se construiu ao longo da história brasileira como um grande fator de mobilização. Aqui é entendido para além de uma modalidade esportiva, mas como patrimônio cultural que deve ser preservado e desenvolvido. Garantir as condições do futebol como tradição reconhecida da população significa reconhecê-lo como política pública que fortaleça suas instâncias de participação e também qualifique sua profissionalização.
Essas são condições fundamentais para que o povo tenha espaços e possibilidades de acesso qualificado para a vivência do futebol.

8. Financiamento do Esporte
A ampliação e diversificação dos recursos para o esporte é crucial para garantir o seu desenvolvimento. Mobilizar as instâncias de poder para a alocação suficiente de recursos no financiamento do esporte e lazer é emergencial. Assim, propõe-se que aqui se discuta meios para materializar a vinculação do esporte e lazer nos orçamentos, além de concretizar a democratização na distribuição desses recursos.

9. Infraestrutura esportiva
Ampliar e modernizar os equipamentos de esporte e lazer no país é uma das condições básicas para a garantia da democratização do acesso ao esporte e lazer. Requer um conjunto de ações articuladas que garantam além do padrão de qualidade na construção, da adequação para determinadas atividades especificas, uma política de ocupação que permita a gestão compartilhada e auto-sustentável que qualifiquem esses espaços nas cidades.

10. Esporte e Economia
O esporte é um elemento importante de desenvolvimento econômico do país, movimentando diversos setores e promovendo oportunidades. Reconhecer o potencial econômico do esporte requer o conhecimento dos potenciais da cadeia produtiva do esporte e implica em incentivos ao empreendedorismo no setor. Propõem-se aqui meios para conhecer e expandir os desdobramentos econômicos do setor e dotar o Brasil de uma indústria desenvolvida no esporte.

Conferência Nacional 3
Aconteceu hoje no Auditório do Parque do Idoso, a reunião dos Delegados Amazonenses, para o estudo e aprimoramento das propostas visando a Confererência Estadual. Estamos lá lutando para que o KUNG FU mais uma vez esteja presente nesta Conferência que é tão importante para o nosso Estado.  

terça-feira, 23 de março de 2010

Histórias do Kung Fu no Amazonas.

TENHO ORGULHO DE SER AMAZONENSE!
Tudo aconteceu no ano de 2006. No desespero de conseguir verbas para passagens, transporte, alimentação, hospedagem e outros custos para poder levar a Seleção Amazonense de Kung Fu para participar do Campeonato Brasileiro em Minas Gerais, e depois de ter tentado inúmeras vezes junto as Secretária de Estado - SEJEL ajuda através de ofícios e de vários chá de cadeira resolvemos eu (prof. Ari), Valeska Silveira, Ingrid Santos, Eiji Maeda e David Cordovil pedir auxilio aos Exmo. senhores vereadores, compramos um livro de assinaturas e saímos em comitiva para a Camara Municipal de Manaus e a partir dai fomos bater nas portas dos gabinetes, ai começou a sequência de humilhações que hoje quando lembro dá vontade de rir mas no dia a vontade era outra.
Quando chegavamos perto das suas excelências ouviamos as desculpas mas esfarrapadas possivel, teve até uns dois vereadores que nos deram uma ajuda de R$20,00 reais, porém muitos se escondiam ou não nos recebiam e olha que nesta época já tinhamos na CMM, uma comissão de esportes.
O ponto culminante desta história deu-se com o episódio em que um dos vereadores tirou do bolso R$ 20,00, e por incrível que pareça, teve a CARA DE PAU de pedir o troco(Dez Reais). Inacreditável!!!!.É brincadeira, hem, aguarde que tem mais...Tá pensando que o nosso problema é só competir para ganhar medalhas, você ainda não viu nada...

terça-feira, 16 de março de 2010

O que você pratica?

Ultimamente está ficando difícil principalmente para o leigo fazer a diferença entre o que é Artes Marciais e o que é Arte Desportiva de Luta, está tão difícil que tem até professor de Artes Marciais ensinando Artes Marciais como se fossem Artes Desportivas e vice-versa.
Vamos tentar esclarecer um pouco as coisas, entendo como Artes Marciais, as técnicas de luta criadas por um mestre ou vários mestres que tem como unica finalidade a DEFESA PESSOAL, logo as Artes Marciais foram criadas para salvaguardar a pessoa que a pratica, podendo ser usada em defesa do inocente, do mais fraco, do oprimido ou em defesa da própria Nação. A sua pratica envolve todo um ritual repleto de ensinamentos filosóficos,  baseado no respeito mútuo, no respeito aos bons costumes,  onde o cidadão aprende que tal conhecimento não pode e não deve ser usado de maneira inadequada, a sua prática é quase como se fosse a prática de um culto religioso.
Já a Arte Desportiva, tem como finalidade a competição com regras bem definidas,   onde o atleta se prepara para uma disputa amistosa, é um jogo onde os participantes competem em igualdade de condições, onde todos estão buscando uma premiação seja medalhas, troféus, dinheiro ou qualquer outra coisa ou simplesmente pela satisfação pessoal de competir. Se você pratica alguma arte de luta, procure averiguar se o que você faz é Arte Marcial ou Arte Desportiva.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Água de coco no Verão - globo reporter - 19/02/2010


Especialistas recomendam água de coco para o verão

Os maiores centros de nutrição do país criaram uma lista surpreendente com os melhores alimentos para enfrentar o calor dessa estação.
 Tamanho da letra

No verão mais quente dos últimos anos, como ajudar o corpo a se proteger? A receita do bem-estar começa pela mesa. Manter a saúde, com os termômetros em alta, é um desafio. Quais os alimentos que mais podem nos ajudar? O Globo Repórter consultou os maiores centros de nutrição do país, e eles criaram uma lista surpreendente.

Vamos começar pela unanimidade. O alimento mais importante, na verdade, não se come. A água é essencial. Nos dias mais quentes, devemos beber, no mínimo, dois litros.

Mas é na hora de comer que os especialistas revelam a diversidade dos nossos sabores. E não imagine nada complicado. Em sexto lugar, deu empate: o iogurte, grande fonte de cálcio, e a mistura número um da nutrição brasileira, arroz e o feijão. Esta é uma combinação que nunca deve ser esquecida.

Mas que tal mudar a receita? “O feijão fradinho é ótimo para comer como salada. Você já mistura o tomate com a cebola, pode temperar do jeito que quiser. Então, você está com a tua leguminosa, com o hábito alimentar do brasileiro, e você pode comer frio”, afirma a nutricionista Márcia Madeira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Na cozinha de sua própria casa, a doutora em segurança alimentar garante: a salada de feijão frio, fonte riquíssima de proteínas, é uma opção menos arriscada do que uma feijoada.

Os pratos quentes estragam mais rápido no verão. Tanto que 30% dos casos de intoxicação alimentar acontecem nessa estação.

“Se você deixar, em duas horas, a comida quente já corre risco de contaminação, porque a gente está vivendo em uma umidade relativa muito alta e em uma temperatura muito alta. É uma estufa excelente para o crescimento microbiano. Você tem menos risco (com a comida fria), é mais uma vantagem”, sugere a nutricionista Márcia Madeira.

Em quinto lugar, mais um empate: o tomate e a laranja. Mas, se você está pensando naquele suco geladinho, cuidado.

“Se você for tomar como suco, aumenta muito a proporção de calorias nesta porção. Então, é preferível comer a laranja, chupar a laranja e engolir o bagaço. Por conta das fibras, ela ajuda no funcionamento do intestino, além de contribuir com vitaminas e minerais”, aponta a nutricionista Sônia Tucunduva Phillípi, da Universidade de São Paulo (USP).

Em quarto lugar, vem outra fonte de fibras: a alface. A rainha de todos os regimes brilha nas dietas do verão.

“O verão é uma época do ano em que as pessoas querem normalmente emagrecer e querem uma condição de vida boa para poder fazer as suas atividades. Então, eu pensei primeiro que a alface representa este grupo das verduras e é muito leve, muito gostosa de comer”, ressalta Sônia Tucunduva Phillípi.

E o que dizer da saborosa melancia? Ela ficou em terceiro lugar, indicada por um em cada dois cientistas que consultamos. Gelada, ela é um dos símbolos do verão, uma paixão brasileira. E o vermelho forte é fonte de muita saúde.

“Tem uma ação interessante na proteção de algumas membranas, de alguns órgãos importantes. Para os homens, tem a questão da prevenção. O hábito destes alimentos no cotidiano previne doenças graves, como o câncer de próstata”, declara a nutricionista Ana Vládia Bandeira Moreira, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

“A melancia está no auge da sua safra, está mais doce, é um alimento considerado refrescante pela grande quantidade de água, pela sua quantidade de carboidratos. Então, é uma fruta que une hidratação e energia”, explica o nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O segundo colocado da lista derrubou a proteína preferida do brasileiro. No lugar da carne, ficou o peixe. Indicado por seis das dez universidades consultadas, ele sustenta e não pesa no estômago.

“A maior parte do nosso organismo é feita de proteína, massa muscular. E tem várias reações no organismo que dependem de aminoácidos essenciais. Então, a gente precisa de proteínas. É quando entra o peixe que é de fácil digestão. Então, no verão, ele é bem indicado”, diz a nutricionista Márcia Madeira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Você deve estar se perguntando qual o alimento que ficou em primeiro lugar. Nada mais verão, nada mais tropical, nada melhor do que uma boa água de coco nesta estação quente. O líquido foi indicado por sete dos dez pesquisadores consultados.

“Primeiro, porque ele refresca. Você consome a água de coco gelada. Junto dela, vem o potássio, cálcio e magnésio, e estes minerais são importantes para a saúde humana”, diz o engenheiro de alimentos Fernando Abreu, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Nesse calorão, uma pessoa pode perder até dois litros de água por dia na transpiração, para manter a temperatura do corpo. E no suor não eliminamos apenas água.

“O suor é um pouco salgado, porque tem muito sódio, potássio e magnésio. Então, a água de coco repõe isso. Várias outras frutas, vários outros alimentos também repõem, mas a água de coco é especial, porque ela já vem prontinha”, declara o engenheiro de alimentos da Embrapa.

A água de coco é boa para o coração e outros músculos. Evita as cãibras, como a banana. Mas a água de coco tem uma vantagem: quase nada de gordura e pouquíssimas calorias. Mas ela só é perfeita e completa na embalagem natural.

No laboratório, pesquisadores tentam criar um processo capaz de manter as qualidades originais dessa água milagrosa. Quem imaginaria: até Madonna deve estar interessada nesse trabalho. A rainha do pop diz que não fica sem este gostinho brasileiro, nem nos Estados Unidos. E por lá, a nossa água de coco já está sendo chamada de água da juventude.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Acupuntura nos Esportes por Profa. Suzete Colé Rosetto


Acupuntura nos Esportes


ESPORTE E ACUPUNTURA

O mundo dos esportes está sempre envolvido em uma constante busca de formas para melhorar o desempenho e aumentar a competitividade dos atletas. A preparação de um atleta não deve se restringir apenas aos aspectos inerentes á sessão de treinamento, devendo ser considerada como parte de um processo de desenvolvimento global do indivíduo. Muitos esportistas utilizam substâncias e técnicas baseadas na ciência, sem uma compreensão total de seu funcionamento. O avanço em métodos de treinamento,estratégias, equipamentos, roupas, rotinas nutricionais e prescrição de drogas dão assistência aos esportistas e seus treinadores. Apesar da consciência das necessidades do atleta para que tenha equilíbrio e desempenho perfeito nos esportes, existem outras limitações que não são detectadas e que podem ser minimizadas com o trabalho multidisciplinar. A acupuntura ganhou, nos dias de hoje, grande interesse da área esportiva, tornando-se mais uma alternativa para realçar o desempenho, acelerar a recuperação física pós-treinamento, prevenir lesões, aliviar dores musculares durante e pós competição e tratar possíveis lesões.

UTILIZAÇÃO DA ACUPUNTURA NOS ESPORTES

Desde os primeiros registros da prática da Acupuntura na China, que já era utilizada para a melhora do desempenho físico, tonificando e promovendo o relaxamento nos músculos tanto em atletas quanto em trabalhadores e guerreiros. Conta a história que, na China Antiga, existiam os puxadores de riquixás, carrinhos puxados pelas mãos para transportes de pessoas. Esses puxadores trabalhavam o dia todo sem demonstrar fadiga. isso ainda acontece nos dias de hoje com o ciclismo, que continua sendo um exercício que exige de seu condutor boa capacidade cardiorrespiratória, grande força muscular e excelente saúde. A Medicina Tradicional Chinesa sugere estímulos em certos pontos de acupuntura para melhorar a performance esportiva. Encontramos relatos sobre o estímulo desse pontos no "Lao Tse", livro mais antigo publicado e também encontramos estudos recentes de grandes universidades que comprovam os efeitos dos pontos de acupuntura no ganho de resistência física em alguns esportes.

PONTOS EQUILIBRADORES DOS ESPORTES

Para cada tipo de esporte podemos estimular um grupo de pontos para melhorar o desempenho musculoarticular, trazendo ganhos na performance para o praticante. Os estímulos devem ser incorporados na rotina semanal dos praticante e também devem recebe-los no dia da competição. A aplicação prioriza o grupo muscular mais utilizado no esporte que o atleta pratica.

EXEMPLO DE PONTOS EQUILIBRADORES DOS ESPORTES

Pontos Equilibradores das pernas (pés e músculos em geral) Utilizar os pontos: -Bexiga 58 (B58) - tonificando -Estômago 36 (E36) sedando, para obter um melhor desempenho no movimento do andar e correr

3º Festival Amazonense de Artes Marciais

Aconteceu ontem dia 6/2/2010, no Ginásio Reneé Monteiro na Av. Constantino Nery, o 3o. Festival Amazonense de Artes Marciais, o evento contou com a presença das Modalidades: KUNG FU, KARATÊ, JUDÔ E TAE KWON DO.Representando o KUNG FU estiveram as Associações: BRUCE LEE DE KUNG FU WUSHU, KUNG FU WUSHU SHAOLIN DO NORTE, CENTRO CULTURAL DE ARTES MARCIAIS CHINESA DO AMAZONAS e UNIÃO GARRA DE ÁGUIA DO AMAZONAS. O JUDÔ estiveram as Associações: GLÓRIA, ASA e ACOPAJAM. Representado o TAE KWON DO a Associação GOMES TAE KWON DO CLUBE.
Este evento teve como finalidade, unir as diversas modalidades de Artes Marciais do Estado do Amazonas além de arrecadar alimentos para doação ao Povo do HAITI.
Tiveram apresentações de KATAS, TAOLUS e COMBINADOS de LUTAS MARCIAIS e DESPORTIVAS além de apresentações com armas curtas e armas longas, as demonstrações tiveram a participação das categorias de atletas Infantil, Infanto- Juvenil, Juvenil, Adulto e  Senior, apresentaram-se também os mestres das diversas modalidades convidadas.
No término, cada Associação recebeu um troféu do organizador e prodecedeu-se à sessão de fotos. Este foi mais um Evento que teve como realizador a Associação Bruce Lee que tem a frente o Prof. Ari Galvão e a Professora Valeska Silveira com apoio da Federação de Kung Fu Wushu do Estado do Amazonas. Os alimentos arrecadados foram doados a SEJEL - SECRETARIA DA JUVENTUDE ESPORTE E LAZER para que faça os procedimentos necessários para o encaminhamento dos mesmos ao povo Haitiano.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Exame de câncer de próstata


Dá falso positivo para 12,5%, afirma pesquisa

Estudo finlandês indica que um em oito homens testam positivo para câncer da próstata sem sofrer da doença.
Um em oito homens submetidos a testes para câncer da próstata apresentam resultados positivos quando na verdade não estão sofrendo da doença, segundo um estudo europeu publicado na revista científica britânica British Journal of Cancer.
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O falso resultado positivo leva a procedimentos invasivos, como biópsias, e também, possivelmente, a tratamentos desnecessários.


O teste usado é o PSA, sigla inglesa para Antígeno Prostático Específico. Ele mede a presença do antígeno, uma proteína secretada pela próstata. Grandes quantidades da proteína podem estar associadas ao câncer da próstata.

Falso positivo leva a procedimentos invasivos e a tratamentos desnecessários
A entidade beneficente britânica Câncer Research UK, que promove pesquisas sobre o câncer, disse que os pacientes deveriam discutir os aspectos positivos e negativos do teste com o médico.

 Estudo
Em março de 2009, resultados iniciais do European Randomised Study of Screening for Prostate Cancer - um estudo sobre programas para detecção do câncer da próstata que está sendo realizado em sete países europeus - mostraram que o número de mortes provocadas pela doença poderia ser reduzido em 20%.


Porém, resultados mais recentes lançaram dúvidas sobre os benefícios dos testes a longo prazo, indicando que alguns homens podem acabar sendo "supertratados", ou seja, recebendo tratamento para um câncer que se desenvolve tão lentamente que jamais causaria problemas durante a vida do paciente.


Agora, dados da parte finlandesa do estudo europeu mostram que para cada oito homens testados, um acabou obtendo um falso positivo, mesmo quando seu teste acusou índices altos de PSA.


Os homens que tiveram testes positivos e depois descobriram que não tinham câncer se mostraram duas vezes mais inclinados a não aceitar testes futuros, mesmo correndo riscos de desenvolver a doença mais tarde.

 'Efeito adverso'
Os pesquisadores disseram que são necessárias mais pesquisas para tornar os testes mais precisos e auxiliar na identificação daqueles que têm mais chances de apresentar um resultado positivo verdadeiro.


"Não acho que testes rotineiros devam ser recomendados até que se saiba mais sobre os efeitos adversos e os custos dos testes", avaliou o responsável pelo estudo, Tuomas Kilpelainen.


"Se um homem tem sintomas no trato urinário e se preocupa se tem câncer na próstata, a coisa mais importante é consultar um clínico-geral ou um urologista."


A diretora dos programas de testes para câncer do NHS - o sistema nacional de saúde britânico - Julietta Patnick disse que se por um lado o estudo europeu revelou, pela primeira vez, que os testes PSA podem salvar vidas, o estudo também mostrou que"48 homens precisam ser tratados para que uma vida seja salva".


"Falsos positivos são um problema para qualquer programa de testes e o estudo finlandês é muito útil no entendimento do seu desempenho no contexto do câncer da próstata".


O médico Peter Johnson, da Cancer Research UK, disse que os testes têm aspectos positivos e negativos.


"Por essa razão, é importante que homens com idades acima dos 50 e 60 anos conversem com seus médicos sobre os prós e contras do teste PSA e só façam o teste se sentirem que é a coisa certa para eles."

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