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"O espirito de iniciativa é a raiz de todo crescimento genuíno do indivíduo. E quando presente na vida de muitos, constitui-se na verdadeira fonte de vitalidade e de força de uma nação."

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Lei do estacionamento livre

Lei Estadual Nº 1209 /2004 foi aprovada!

Boa notícia!
Lei aprovada!
Vitória!!!!!
Enfim a Lei do estacionamento em shopping!!
A lei do estacionamento em Shoppings, já está vigorando.
'Lei Gratuidade de Estacionamento' - Lei Estadual nº 1209/2004.
A caixa sabe, porém, só faz se vc pedir.

É necessário que o valor da compra no shopping onde vc estacionou seja 10 vezes maior que o valor do estacionamento.
Exemplo:
Se o valor do estacionamento é de R$3,00 e vc gastou R$ 30,00 no shopping, com qualquer coisa, alimentação, roupa, ...
Peça o cupom fiscal e apresente ao caixa do estacionamento.
Eles terão que carimbar e validar o ticket, sem você precisar gastar nada mais.

Espalhem a informação, pois é Lei.

Apareceu inclusive no jornal da Globo.
Essa funciona mesmo, mas, é claro que os shoppings não farão propaganda disso!

Avise aos seus amigos!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O Ensino em uma sociedade livre

Escrito por Klauber Cristofen Pires   
Domingo, 21 de Novembro de 2010 00:00
Possivelmente ocorra aos estudantes serem apresentados a textos pretensamente críticos sobre o ensino no Brasil, sobre a sua estrutura e suas deficiências. Isto provavelmente acontecerá mais amiúde aos alunos das Ciências Humanas. Críticas ao ensino considerado “mercadoria”, às faculdades “fábricas de diplomas”, a um sem número de disciplinas que deveriam constar dos currículos e outras que deveriam ser dispensadas, e até mesmo efusivas reivindicações trabalhistas marcam o tom deste discurso.

Algumas destas reivindicações carimbam o nonsense na testa de seus autores. Imagine, por exemplo, a sugestão de que a nomenclatura em latim das fórmulas jurídicas consagradas pelo Direito Romano, a principal vertente formadora da tradição jurídica no Direito pátrio, seja alijada do ambiente acadêmico de uma vez por todas, e que as aulas de Língua Portuguesa sejam tornadas obrigatórias para todos os semestres. Pode parecer hilário, mas o autor deste texto fez estas considerações sustentando-se no fato de que os jovens chegam às faculdades praticamente analfabetos, e que nada adianta estudar termos em latim se nem sequer sabem se expressar em Português. Em breve, farei um artigo especialmente para este texto. Por ora, basta perguntar se a função do ensino superior é ensinar o que o ensino fundamental e o médio deveriam e não fizeram, ou considerar que o domínio do vernáculo deve ser exigido como um pressuposto óbvio para o ingresso em qualquer das cátedras.

Analisando as grades curriculares dos cursos de nível superior, um liberal pode constatar o quanto um aluno gasta em tempo e dinheiro para ser aprovado em praticamente uma centena de cursos, dos quais o aproveitamento efetivo em sua futura vida profissional será próximo de dez por cento, na melhor das hipóteses. Não me refiro aqui somente ao fato de o aluno não vir a ter um efetivo contato com o campo de aplicação delas antes que o tempo o leve ao esquecimento, mas sim, trato pura e simplesmente de afirmar categoricamente que diversas destas disciplinas são absolutamente dispensáveis, ou mais propriamente, são um estorvo.

No meu próprio curso, analisando friamente, das dezenove (!) disciplinas que abrangem o primeiro ano da graduação em Direito, apenas duas, a rigor, despertaram-me o interesse. Por força do Estado, eu fui obrigado a pagar por cursos tais como Inglês Instrumental, Redação e Comunicação (ou qualquer denominação parecida), Informática (cujas aulas foram invariavelmente apresentadas em quadro branco!), e Sociologia, a “superestrutura do marxismo”, entre outras inutilidades.

Todo este “enxugamento de gelo” ocorre devido a um único fator: a obrigação de cumprir um currículo estabelecido coercitivamente pelo estado. Certo é que as próprias instituições de ensino, bem como os chamados conselhos de classe, participam deste processo, fazendo lobby: às primeiras, interessa praticar o que denomino aqui de “venda casada legal”, o que lhes rende um produto com um valor agregado artificialmente aumentado, e aos segundos, interessa estabelecer um grau relativamente mais dificultoso de ingresso dos novos profissionais no mercado de trabalho.

Com este panorama em tela, incumbo-me de aqui traçar um cenário onde todo o ensino permanecesse nas mãos dos particulares, tal como o foi antigamente: um ensino totalmente livre. Nem todo este cenário é puramente imaginário. Aqui e alhures, uma ou outra profissão é exercida conforme moldes mais libertários. No Brasil, por exemplo, os melhores jornalistas jamais esquentaram um banco na faculdade.

Como seria então, para nos determos no Direito, o ensino em uma sociedade plenamente livre? Eu entendo que não haveria muitas faculdades integrais de Direito, mas sim muito poucas, destinadas possivelmente a profundos estudos jurídicos, mais próprios para um jurista do que propriamente para a lida diária em algum ramo específico.

A maioria dos operadores de Direito, portanto, fariam não um curso integral, mas sim “cursos” específicos que estivessem de acordo com as suas perspectivas relativamente às atividades profissionais que viessem já desempenhando. Em suma, a intensa prática profissional seria a ênfase de sua formação. Por exemplo, para que um profissional do Direito ligado ao Direito Marítimo haveria de ter de perder tempo estudando Direito Agrário? Nas salas de aula, inúmeros professores “especialistas” respectivamente em suas áreas, confessam abertamente desconhecer as disposições e ou a doutrina das áreas que lhes são alheias. Perderam tempo e dinheiro, é bom lembrar.

Com esta configuração, cada qual trataria de procurar estudar o que melhor esta própria pessoa antevisse como vital à sua formação, e trataria de usar seu direito de escolha como uma importante estratégia de atendimento às necessidades do público. Imagine, por exemplo, um advogado que lidasse com Direito Comercial, e por isto também intimamente conhecedor de Economia, especialmente Comércio Exterior, bem como Direito Tributário e Auditoria Contábil? Um profissional expert assim seria relativamente fácil de ser formado, ao invés de, no quadro atual, ter de cursar três universidades!

Há quem possa dizer que seria o caso então, de o cliente procurar um escritório de advocacia, outro de assessoramento em comércio exterior e outro de contabilidade. Realmente, é o que fazem, mas custa mais caro, e custando mais caro a eles, custa também a todos nós, quando pagamos por tudo o que comemos, vestimos e enfim, compramos.

Também há quem diga que certos cursos alternativos, estes com duração de dois anos, vêm preencher esta lacuna. Besteira. Estes profissionais não são nem uma coisa nem outra, porque a lei e os respectivos conselhos de classe não permitem. Agem com severa restrição de suas possibilidades.

A imensa maioria dos bacharéis sai das faculdades sem saber apertar um parafuso, realizar uma sutura ou redigir uma petição. Esta é o retrato da sociedade estatólatra, o burocratismo que nem se enxerga mais, de tão absurdo, onde o diploma consagra o conhecimento (e o direito aos empregos e aos concursos públicos), e não o conhecimento consagra o diploma. Se tudo isto parece normal à maioria das pessoas, é porque elas mesmas já se comportam mais como gado do que como gente.
__________________
Klauber Cristofen Pires
 é Bacharel em Ciências Náuticas no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém, PA. Técnico da Receita Federal com cursos na área de planejamento, gestão pública e de licitações e contratos administrativos. Dedicado ao estudo autoditada da doutrina do liberalismo, especialmente o liberalismo austríaco. Possui artigos publicados no Mídia Sem Máscara, Diego Casagrande, Domínio Feminino, O Estatual e Instituto Liberdade. Em 2006, foi condecorado como "Colaborador Emérito do Exército", pelo Comando Militar da Amazônia.
 

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domingo, 21 de novembro de 2010

Lyoto Machida é roubado nos Estados Unidos

Vida de lutador não é facil, rotinas de treinamento, afastamento da familia, horas excessivas de voos e hospedagens e quando vai lutar ainda encontra juizes pangarés pela frente para atrapalhar e colocar por terra horas e horas de trabalho e sofrimento, e olha que eles(os juizes) se dizem profissionais, veja mais em no link !

domingo, 7 de novembro de 2010

As necessidades nutricionais de um atleta!

Quando ouço alguém que pratica wushu tradicional desdenhando de quem pratica wushu moderno, fico pensando aqui com meus botões, ou a pessoa não sabe do que fala ou ela é invejosa ou, ainda pior, deve ser um péssimo praticante de kung fu.
Talvez esta pessoa não tenha parado para pensar  em como é a prática do kung fu tradicional no templo shaolin onde os monges são verdadeiros atletas. Em como eles conseguiram e conseguem fazer tantas acrobacias e treinar com tanto vigor e determinação ao longo dos tempos, estes atletas têm nos mostrado que para que ser um artista marcial completo é necessário ter um corpo forte, saúdavel, bem nutrido e acima de tudo muito bem treinado.
Tenho visto muitos artistas marciais, nas diversas modalidades existentes atualmente, com problemas nas articulações, coluna, joelhos, etc. O que acontece muitas vezes por se estar sob a orientação de alguém ou descomprometido com o bem estar de quem se coloca em suas mãos ou dolosamente ignorante no assunto. 
Como técnico e professor vejo no kung fu algo muito mais do que ser bom de luta, ser bom em rotinas,  vejo a necessidade de que acima de tudo está a qualidade de vida, a busca por uma vida saudável,  equilibrada, em paz consigo e com tudo ao redor. 
KUNG FU É VIDA, por isso mesmo tenho buscado junto com os meus alunos olhar a prática do kung fu como um todo e não como algo especifíco. 
Quem sabe um  dia talvez possamos realmente trabalhar com a prevenção. Como dizia um grande humorista da escolhinha do professor Raimundo(Chico Anísio).
Baseado nisso aqui vão algumas dicas nutricionais adquiridas ao longo da vida.


OBS: Profissionais da área da saúde devem sempre ser consultados.   


"SAÚDE É QUE INTERESSA O RESTO NÃO TEM PRESSA"
1 - PROTEÍNA
As proteínas constroem, reparam e mantém o tecido muscular do corpo. Ingerir proteínas é importantíssimo na vida dos atletas e praticantes de artes marciais.
2 - AMINOÁCIDOS
São unidades que formam as proteínas essenciais para o corpo, são essenciais na ajuda do desenvolvimento e recuperação do tecido muscular.
3 - HIPERCALÓRICOS
São shakes com alta concentração calórica, possuem uma composição rica em carboidratos, vitaminas e minerais. Isso garante um aumento de massa muscular e energia para o atleta, estes produtos normalmente tem aminoácidos em alta concentração. Sendo indicado para pessoas de metabolismo rápido e que precisam ganhar peso, pois queimam muita caloria. Com o uso do suplemento o organismo deixa de queimar as reservas de gordura, o que resulta no aumento muscular. São ideais para serem tomados antes dos treinos para garantir energia extra.
4 - CARBOIDRATOS
São fundamentais para o completo funcionamento do organismo, atuando na melhora do desempenho físico, redução da fadiga muscular e cãibras. Um reserva inadequada de carboidratos compromete totalmente o desempenho do atleta podendo leva-lo a uma fadiga intensa.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Plantas que curam - Abcessos em Geral

0 ami, uma planta aromática, é indicada para o tratamento de abscessos em geral. Para preparar o remédio, basta ferver um punhado de folhas secas numa pequena quantidade de água. Quando o líquido já tiver evaporado quase que totalmente, colocar as folhas cozidas sobre um pedaço de tecido limpo e, com o cabo de uma faca, esmaga-las até que saia todo o seu líquido. Deixar esfriar um pouco, mas não totalmente, pois o cataplasma deve ser utilizado ainda quente. Aplicar sobre o abscesso. A grande vantagem do ami é que, ele proporciona o desaparecimento da inflamação sem provocar dores.
Outro ingrediente natural que ajuda na cura de abscessos é o óleo de mocotó. Ele deve ser aplicado com um algodão umedecido, que precisa permanecer sobre o local onde se apresenta o problema, sendo substituído a cada três horas. 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Esteróides Anabólicos

Esteróides Anabólicos

Esteróides Anabólicos são medicamentos indicados para pessoas em estado convalescente, com raquitismo, problemas articulares, de reposição hormonal, nos casos de hipogonadismo (diminuiçào da produção normal de hormônios sexuais), anemias, alguns tipos de câncer, que deveriam estar restritas somente à área médica.
Popularizou-se a idéia de que o aumento da massa muscular só ocorre com a utilização desses medicamentos. Está comprovado cientificamente que até idoso conseguem elevar a força, reduzir o percentual de gordura e aumentar a massa muscular com treinamento com pesos.
Os efeitos colaterais dos esteróides nao são visíveis. Apesar do corpo musculoso e com pouca gordura, as consequências podem ser a impotência, atrofia do testículo, calvície, insônia, hipertensão arterial, sangramento nasal, resfriados constantes, tumores no fígado, diabetes, colesterol alto, doenças cardíacas e uma diversidade de males. 
Esteróides são como qualquer droga, quanto mais se usa mais se precisa, e menor é o efeito.

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